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Bioinsumos no café avançam com ciência e gestão

Iceasa4 min de leitura

bioinsumos no café

Tecnologias biológicas ganham espaço na cafeicultura

A BIOTROP apresenta soluções de bioinsumos no café durante o 50º Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras, realizado de 27 a 30 de outubro, em Caxambu (MG). Segundo a Campo & Negócios, a participação da empresa destaca tecnologias voltadas ao manejo fitossanitário, à nutrição e à resiliência das lavouras.

O evento, promovido pela Fundação Procafé, reúne pesquisadores, consultores, cafeicultores e empresas do setor. Além disso, reforça um movimento importante no agronegócio: a aproximação entre ciência aplicada, manejo integrado e gestão mais técnica da produção.

Nossas soluções integram o cuidado com a lavoura e a natureza, contribuindo para o potencial produtivo da cafeicultura e a longevidade das plantações.

Renato Costa, engenheiro agrônomo e gerente de marketing da BIOTROP

O que está no foco do manejo biológico

De acordo com as informações divulgadas pela empresa, o portfólio apresentado no congresso inclui soluções para pragas, doenças, nematoides, nutrição e estresse ambiental. Portanto, o tema vai além do produto agrícola. Ele envolve planejamento, acompanhamento técnico e leitura contínua das condições da lavoura.

  • Controle fitossanitário: uso de biofungicidas no manejo de doenças como ferrugem-do-cafeeiro e cercosporiose.
  • Nutrição e raízes: tecnologias voltadas ao desenvolvimento radicular e à exploração da água disponível no solo.
  • Resiliência climática: apoio à lavoura em períodos de altas temperaturas e restrição hídrica.
  • Base científica: apresentação de trabalhos técnicos para aproximar pesquisa e campo.

Entre os exemplos citados pela BIOTROP estão o biofungicida Bombardeiro e o ativador microbiológico Bioasis Power. No entanto, a relevância editorial do tema está no avanço das tecnologias biológicas como parte do manejo integrado, e não em uma solução isolada.

Clima, produtividade e gestão caminham juntos

A reportagem destaca que períodos de altas temperaturas e menor disponibilidade de água podem afetar o desenvolvimento das plantas. Assim, tecnologias associadas à resiliência ganham espaço nas discussões sobre sustentabilidade produtiva.

Períodos de altas temperaturas e menor disponibilidade de água podem comprometer o desenvolvimento das plantas e impactar o potencial produtivo e os resultados econômicos da atividade.

Renato Costa, engenheiro agrônomo e gerente de marketing da BIOTROP

Para empresas que atuam com cadeias perecíveis, o ponto central é a gestão da informação. Embora o caso apresentado seja da cafeicultura, a lógica também dialoga com operações de FLV, nas quais registros, rastreabilidade, controle de lotes e padronização de processos ajudam a reduzir perdas e melhorar decisões.

Rastreabilidade e controle de lotes em cadeias perecíveis

Nesse contexto, a Iceasa acompanha uma tendência clara do agronegócio: o aumento da importância dos dados operacionais. Além disso, sistemas de gestão tornam mais fácil organizar compras, estoque, expedição, notas fiscais e informações que sustentam a rotina comercial.

Plataforma digital amplia o acesso ao conhecimento

Durante o congresso, BIOTROP, Universidade Federal de Lavras e Embrapii também lançam uma plataforma digital gratuita sobre bioinsumos na cafeicultura. Segundo a empresa, o ambiente reúne um livro digital e conteúdos técnicos sobre o uso dessas tecnologias na cultura do café.

O acesso informado pela BIOTROP é aberto mediante cadastro no site cafeicultura.biotrop.com.br. Além disso, a proposta é atualizar as publicações e atrair novos pesquisadores e especialistas para produzir materiais sobre outras culturas.

Por que o tema importa para o setor produtivo

A expansão dos bioinsumos reforça uma mudança mais ampla no campo. Hoje, produtividade depende de manejo, ciência, clima, custos e capacidade de registrar informações confiáveis. Portanto, tecnologia agrícola e tecnologia de gestão tendem a caminhar cada vez mais próximas.

Informações confiáveis para aproximar campo e gestão

Para gestores, distribuidores e empresas ligadas ao abastecimento, o aprendizado é direto. Quanto mais técnica se torna a produção, maior é a necessidade de processos bem documentados ao longo da cadeia. Assim, a digitalização deixa de ser apenas apoio administrativo e passa a fazer parte da eficiência operacional.

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